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sábado, 4 de abril de 2020

Nunca se é campeão só...


 
Sempre fomos apelidados de eternamente insatisfeitos num mundo de dinheiros, injustiças, influências, modas, consumos em massa e contas bancárias que definem status. Mas o dia chegou... chegou o dia em que nada disso conta, o dia em que estamos todos no mesmíssimo barco e a insignificância de cada um de nós, só faz sentido a trabalhar em conjunto de modo a ser realmente relevante no resultado final.

Mundo este ao contrário... onde se morre por um contacto, por um abraço ou um beijo. Vivemos na realidade um momento único, onde todos lutam pela vida, onde o papel virou acção e a acção passou da ficção para a vida real.

Não podemos deixar que este momento passe em claro. É necessário responsabilidade, retirar ilações, e perceber que todos sem excepção são de osso e carne e vulneráveis ao facto inerente de cá andar.

A partir de hoje, a nossa forma de estar, representa muito do que podemos vir a ser ou deixar de ser. E como ser ou não ser, será sempre uma questão, enquanto escrevo sei que sou, amanhã, nenhum de nós saberá.

Espero sinceramente que este momento triste signifique um marco histórico na mudança de mentalidades, pois está claro que a nossa vulnerabilidade não tem classe social, não tem nacionalidade, muito menos cor ou clube de futebol.

Amanhã, haja o que houver, espero que o mundo jamais seja igual, jamais seja pior...

Abraço a todos, cuidem-se e fiquem em casa.